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Eleições de 1865 (8 de Julho)
358 901 eleitores. Eleição de 177 deputados. 152 círculos uninominais no continente. 13 nas ilhas. 12 no ultramar. Uma união de históricos e regeneradores, defendida pelos ministros Silva Sanches e Ávila, com a oposição do chefe do governo, Sá da Bandeira, apresenta-se sob o nome de comissão eleitoral progressista, vencendo o acto eleitoral com ligeira diferença. A maioria dos ministros é favorável à fusão. Há 47 deputados contrários à fusão. Os campos aparecem assim equilibrados e Sá da Bandeira, logo apresenta a demissão do ministério, considerando: é preciso que haja um governo que seja apoiado por uma maioria suficiente. Segue-se em 4 de Setembro, o chamado governo da fusão, sob a presidência de Joaquim António de Aguiar.
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19ª eleição geral 11ª eleição da 3ª vigência da carta 8ª eleição da Regeneração |
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Dissolução em 15 de Maio de 1865 Decreto mandando proceder a eleições de 15 de Maio de 1865 |
Legislatura de 30 de Julho de 1865 a 14 de Janeiro de 1868 |
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9 de Julho de 1865 Eleição de 179 deputados |
Vitória de uma união de históricos e regeneradores, contra a opinião do presidente do ministério, Sá da Bandeira. |
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Uma união de históricos e regeneradores, defendida por Silva Sanches e Ávila, com a oposição de Sá da Bandeira, que se apresentam sob o nome de comissão eleitoral progressista, vence o acto eleitoral com ligeira diferença |
Os governamentais apresentam-se divididos. Perdeu a opinião do presidente, mas ganhou a da maioria dos ministros. Governo pede a demissão depois da reabertura do parlamento em Agosto. Haverá 47 deputados que se opõem ao futuro governo da fusão. |

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· Governo de Sá da Bandeira desde 17 de Abril de 1865, com a oposição de Joaquim Tomás de Lobo Ávila. No reino, Silva Sanches. Lobo de Ávila é o novo grão-mestre da Confederação Maçónica Portuguesa, eleito em Fevereiro de 1863, onde sucedeu a José Estevão (desde Março de 1862, até à data da sua morte, em Novembro do mesmo ano). Em 1863 saiu da mesma confederação a Federação Maçónica Portuguesa de José Elias Garcia, pró-republicana. Em Março de 1864, nas eleições para o cargo de grão-mestre da CMP, Lobo de Ávila foi derrotado, tendo constituído em Maio seguinte a Confederação Maçónica Progressista de Portugal. Em 1865, começaram as conversações da Confederação Maçónica Portuguesa, do Grande Oriente de Portugal e do Grande Oriente Lusitano, tendo em vista a unificação. Em 4 de Maio de 1866 as 5 lojas da Confederação Maçónica Portuguesa e as 11 lojas do Grande Oriente de Portugal chegaram a um acordo, constituindo o Grande Oriente Português que elegeu Mendes Leal como grão-mestre, em Janeiro de 1866. Só em 17 de Agosto de 1867 é que o novo Grande Oriente Português chegou a um acordo com o Grande Oriente Lusitano, criando-se o Grande Oriente Lusitano. Depois da unificação foi eleito grão-mestre o conde de Paraty. Em Janeiro de 1866, Mendes Leal foi eleito grão-mestre da Confederação Maçónica Portuguesa. Tinha sido dissidente desta em Maio de 1864. |