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Lista de artigos

Artigos em grosso
  Nguyen, Victor, Aux Origines de l’Action Française. Intelligence et Politique à l’Aube du XXème Siècle, Paris, Librairie Arthème Fayard, 1991.
 
Nicarágua Ocupação militar norte americana de 1912 a 1933. Sobe ao poder Anastasio Somoza, comandante da Guarda Nacional que manda assassinar o guerrilheiro Augusto César Sandino em 1934. O regime assenta na corrupção, no paternalismo e na repressão da Guarda Nacional. Um profundo abalo depois do tremor de terrra de 1972. Em Julho de 1979 dá-se a queda da dinastia Somoza. Depois de um breve governo de unidade oposicionista, os sandinistas tratam de monopolizar o poder, sob a liderança de Daniel Ortega, lançando um vasto programa de reforma agrária e perseguindo os opositores. Surge então uma guerrilha antiocomunista, subsidiada pela CIA, sob a liderança do dissidente sandinista Eden Pastora. A luta termina depois do acordo de Esquipulas de 1987.
Em 1990, nas eleições livres vence a frente anti-sandinista liderada por Violeta Chamorro, a chamada União Democrática de Libertação, viúva de Pedro Joaquin Chamorro, director de La Prensa, assassinado pelos sandinistas em 1978.
 
Nichols, D., Three Varieties of Pluralism, Nova York, Saint Martin’s Press, 1974.
 
Nicholson, Linda, Social Postmodernism. Beyond Identity Politics, Cambridge, Cambridge University Press, 1995.
 
Nicolet, C., L’Idée Républicaine en France, Paris, Éditions Gallimard, 1982.
 
Nie, Norman H., Verba, Sidney, King, J., Participation and Political Equality. A Seven-Nation Comparison, Cambridge, Cambridge University Press, 1978.
 
Niebuhr, Barthold Georg (1776-1831) Historiador alemão. Especialista nas origens do direito romano, autor de uma História de Roma. Professor em Berlim. Contribui para o aparecimento da Escola Histórica.
 
 
 
Niebuhr, Karl Paul Reinhold: (1892-1970) US pastor; older brother of Richard; taught at Union (NY); taught ethics at Yale; ; main area was ethics; wrote 1. Moral Man and Immoral Society, 2. Christian Realism and Political Problems, and 3. The Nature and Destiny of Man.
Niebuhr, Karl Paul Reinhold (1892-1971) Um dos fundadores do neo-realismo político em teoria das relações internacionais. Pastor protestante norte-americano e professor em Nova Iorque e Yale. Distingue entre moral individual e moral dos Estados, salientando que esta é marcada pelo egoísmo, pelo interesse nacional e pela força. Considera que as guerras levadas a cabo em nome desta moral são menos desastrosas que as guerras ideológicas.
·The Christian Century
1931.
·Moral Man and Immoral Society
Nova Iorque, 1932.
·Christianity and Power Politics
Nova Iorque, 1940.
·Nature and Destiny of Man
1943.
·The Nature and Destiny of Man. A Christian Interpretation,
2 vols., Nova Iorque, 1949.
·Christian Realism and Political Problems
Nova Iorque, 1953.
·Man's Nature and his Communities
Nova Iorque, Charles Scribner's Sons, 1965.
·Faith and Politics
1968.
 
Nieburg, Harold L.
·Political Violence. The Behavioural Process
Nova York, Viking Press, 1969.
·Public Opinion. Tracking and Targeting
Nova York, Praeger Press, 1984.
Niemi, R. G., ed.,
·The Politics of Future Citizens
São Francisco, Josey Bass, 1974.
 
Niemi, R. G., ed., The Politics of Future Citizens, São Francisco, Josey Bass, 1974.
 
 
 
Nietzsche, Friedrich Wilhelm (1844-1900) Estuda em Bona teologia e filologia clássica em 1864, sendo aluno de Ritschl. No ano seguinte passa para Leipzig. Professor de filologia em Basileia a partir de em 1869. Influenciado pelo pessimismo e irracionalismo de Schopenhaer. Contacta Wagner. Doente desde 1876, deixa de ser professor em 1879. Passa a viver na Itália e na Suíça. Sofre de doença mental incurável desde 1889. Considera necessário que se supere a metafísica, considerada uma produção do homem decadente. Defende que o super-homem não é um democrata igualitarista nem um anarquista, mas um novo nobre. Não é uma nova espécie de homem nascida de uma mutação biológica, mas o homem de hoje nascido da educação e da selecção. Se considera que o Estado democrático é o ídolo dos fracos, não deixa de qualificar o anarquista como um nihilista, um homem ressentido e um decadente. O poder deve pertencer a uma raça pura e nobre, a uma nova e rara aristocracia, anti-cristã e anti-dionisíaca, que, sobre as ruínas dos falsos valores edificará um novo mundo político
·Die Geburt der Tragodie
1872
·Unzeitgemasse Betrachtungen
1873-1876.
·Menschliches, Allzumenschliches
1879-1886.
·Morgenrotte
1880-1881.
·Die fröhliche Wissenschaft
1881-1882. Cfr. trad. port. A Gaia Ciência, Lisboa, Guimarães Editores, s.d..
·Also sprach Zarathustra
1883-1885. Cfr. trad. port. Assim Falava Zaratustra, Lisboa, Guimarães Editores, s.d..
·Jeinseits von Gut und Böse
1886. Cfr. trad. port. Para Além do Bem e do Mal, Lisboa, Guimarães Editores, s.d..
·Zur Genealogie der Moral
1887. Cfr. trad. port. A Genealogia da Moral, Lisboa, Guimarães Editores, s.d.
·Gotzendammerung
1888.
·Der Antichrist
1888.
·Ecce Homo
1888.
·Der Wille zur Macht
1901. Uma colecção de fragmentos e aforismos não organizada pelo autor. Cfr. trad. fr. de Henri Albert, La Volonté de Puissance. Études et Fragments, Paris, le Libre de Poche, 1991, 1ª ed. de 1903.
 
4Goyard-Fabre, Simone, Nietzsche et la Question Politique, Paris, Éditions Sirey, 1977. ¾Philosophie Politique. XVème-XXème Siècle (Modernité et Humanisme), Paris, Presses Universitaires de France, 1987, pp 444 segs.. 4Strong, Tracy B., F. Nietzsche and the Politics of Transfiguration, University of California Press, 1975. 4Valadier, Paul, Nietzsche et la Critique du Christianisme, Paris, Éditions du Cerf, 1974. 4Bénoîst, Alain, Vu de Droite, trad. port. Nova Direita/Nova Cultura, Lisboa, Edições Afrodite-Fernando Ribeiro de Melo, pp. 61-68. 4Blondel, Jacqueline, «Nietzsche», in Dictionnaire des Oeuvres Politiques, pp. 603-617. 4Châtelet, François, Pisier-Kouchner, Evelyne, Les Conceptions Politiques du XXème Siècle. Histoire de la Pensée Politique, Paris, 1981, pp. 24-44. 4Ebenstein, William, Ebenstein, Alan O., Great Political Thinkers, pp. 784 segs.. 4Freitas, Manuel Costa, «Nietzsche», in Logos, 3, cols. 1158-1167. 4Maltez, José Adelino, Ensaio sobre o Problema do Estado, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1991, II, p. 173.4Theimer, Walter, História das Ideias Políticas, trad. port., pp. 448 segs..
 
 
Nihilismo Do lat. nihil, nada. Expressão cunhada pelo romancista russu Turguenev em 1862, ligando-a à esterilidade do que existe. Uma forma de super-racionalismo individualista, ligado às utopias sociais anarquistas, segundo as quais o homem deve livrar-se de regras, construindo, na solidão, as suas próprias regras, numa ideia libertacionista. Conforme salienta Herzen, o homem verdadeiramente livre cria a sua própria moralidade.
 
Nihilismo. Os que como Herzen consideram que o homem verdadeiramente livre cria a sua própria moralidade. 
 
Em termos de movimento político, destacam-se os nihilistas russos, surgidos na década de sessenta do século XIX. No plano filosófico, Nietzsche e Sartre. Cfr. Relativismo. Albert Camus em O Homem Revoltado. Estavam, assim, lançados os principais ingredientes de que se vão alimentar o populismo e o nihilismo, esse ascetismo sem Graça, como lhe chamou Berdiaev. Piotr Lavrov (1823-1900), em Cartas Históricas (1861-1869) foi um dos mais importantes vulgarizadores do populismo e do movimento de ir ao povo (Khozdéniié V Narod). Foi Herzen, em artigo publicado no Kolokol, de 1 de Julho de 1861, que, lançando a interrogação O que é preciso para o povo?, respondeu: Muito simplesmente: terra e liberdade. Acontece apenas, como afirmava Nikolai Tchernichevski (n.1828), que a estrada da história não é o asfalto da Avenida Nevski [...] Aquele que receia sujar as botas não deve tomar parte em actividades públicas. Na verdade, depois de Herzen, o campo dos ocidentalistas vai dividir-se entre os liberais e os socialistas revolucionários, destacando-se, do revolucionarismo, o desviacionismo nihilista que, segundo o mesmo Berdiaev, é uma manifestação puramente russa, desconhecida no Ocidente. O termo nihilismo foi, aliás, cunhado por Ivan Turguenev (1818-1883) num romance, Pais e Filhos, aparecido em 1862, a propósito do protagonista Bazarov, para quem só poderíamos vangloriar-nos da estéril consciência de compreendermos, até um certo ponto, a esterilidade do que existe. Um outro autor, Dmitri Pissarev (1840-1868) através da revista Russkoe Slovo, glosando a passagem do romance de Turguenev, vai dizer sou estranho à ordem das coisas que existem, não tenho, pois, que intervir nelas. Com efeito, para Pissarev multiplicar os homens que pensam é o alfa e o ómega de todo o desenvolvimento social. Por outras palavras, para esta corrente, defensora do realismo e da luta pela existência, cada um devia apenas acreditar em si mesmo e desconfiar tanto das classes dirigentes como do povo. A emancipação da pessoa apenas poderia acontecer se todos fossemos criticamente pensantes e só por esta via de independentismo é que seria possível a emancipação pessoal. A este respeito, assinala Albert Camus, no ensaio O Homem Revoltado, que o nihilismo, estreitamente ligado ao movimento de uma religião desiludida, redunda assim em terrorismo. No universo da negação total, por meio da bomba e do revólver, e também graças à coragem com que avançavam para a forca, esses jovens procuravam escapar à contradição e criar valores que lhes faltam. Até ali, os homens morriam em nome do que sabiam ou julgavam saber. A partir desses jovens, contraiu-se o hábito, mais difícil, de cada um deles se sacrificar por qualquer coisa de que nada sabiam, a não ser o seguinte: era preciso morrer para a conhecerem e implantarem [...] O futuro é a única transcendência dos homens sem Deus. Importa também referir a acção de Vissarion Belinski (1811-1848), que, tendo começado por um socialismo individualista, vai cair, depois do choque hegeliano, numa espécie de revolta metafísica, como assinala Camus. A tal revolta que o levava a proclamar a negação é o meu Deus, como há pouco tempo o era a realidade. Os meus heróis são os destruidores do que é velho. Estavam criadas assim as condições para que surja o político do movimento, o já referido Nikolai Tchernishevski (1828-1889), para quem seria importante que o poder passasse não de jure, mas de facto para as mãos da classe mais baixa e mais numerosa: camponeses, assalariados e artesãos até porque o mais terrível de tudo é sempre o Leviathan, o monstro informe que tudo vai tragando. Contudo, Tchernishevski prefere adoptar a via literária para a revolução, começando por meditar sobre As Relações Estéticas entre a Arte e a Realidade, de 1855, até porque, segundo ele, nas nações onde a vida espiritual e social alcançou um desenvolvimento elevado existe, se assim se pode dizer, uma divisão de trabalho entre os diversos ramos da actividade mental, ao passo que entre nós não conhecemos senão um: a literatura. Dois anos depois, já considera que o socialismo pode chegar à Rússia antes de se desenvolver completamente o capitalismo, isto é, antes que sejam destruídas as raízes colectivistas que permaneciam na Rússia rural. E na sua Crítica dos Preconceitos Filosófico contra a Posse Comunal (Obshina), de 1858, declara: não somos seguidores de Hegel e, muito menos, de Schelling, mas não podemos deixar de reconhecer que os dois sistemas prestaram grandes serviços à ciência com a descoberta das formas gerais pelas quais se move o progresso histórico. O resultado fundamental desta descoberta está no seguinte axioma: pela sua forma, a etapa superior do desenvolvimento é similar ao ponto de partida. É aliás a este autor que cabe a elaboração do guia moral de todo o populismo russo, o romance Que Fazer?, escrito quando Tchernishevski estava detido, entre 1862 e 1864. Mikhail Bakunine (1814-1876), por seu lado, na sua Confissão a Nicolau I, peça escrita no cárcere, vem dizer que o Estado mais pequeno e inofensivo do mundo até nos seus sonhos se torna igualmente criminoso, arguindo a necessidade da revolução social, porque a paixão da destruição é a paixão criadora. Assim, proclama que só temos uma pátria: a revolução universal. Essa revolução total só poderá fazer-se pela carnificina. Ultrapassará em horror tudo o que a História conhece, tudo o que o Ocidente possa imaginar. Estes extremismos vocabulares reflectem, com efeito, um pensamento maniqueísta que distinguia os puros, os revolucionários, da canalha popular do proletariado: a massa rural, mas selvagem, virgem de qualquer civilização burguesa, encarna todas as virtudes e permanece a fonte pura de todas as revoluções. Neste sentido, o mesmo autor dizia a Michelet : a Rússia nunca será um justo centro [...] Não fará a Revolução apenas para se livrar do czar Nicolau. Noutra carta, escrita a Herzen, observava: não acredito nem nas constituições nem nas leis. A melhor das constituições não podia contentar-me. Necessitamos de outra coisa: o impulso, a vida, um novo mundo sem leis, e portanto, livre. Só que, para o mesmo Bakunine, conforme a Confissão, esse mundo livre precisava de um forte poder ditatorial, que teria a função exclusiva de levantar e educar as massas populares. Isto é, um poder livre por tendência e espírito, mas sem formas parlamentares, que imprimisse livros de conteúdo livre, mas sem liberdade de imprensa, rodeado por gente que pensasse do mesmo modo, iluminado pelo seu conselho, reforçado pela sua livre cooperação, mas não limitado por nada nem por ninguém. Conforme salienta Hélène Carrère d'Encausse, a revolta de Bakunine era feita à imagem do campesinato russo: dionisíaca. É a fraternidade das grandes coortes que seguiam Pugatchev, é a revolta dos bandidos generosos. Ele próprio assume esta luta pela vida e pela morte entre a Rússia do povo e a Rússia do Estado, acreditando que se aproximavam os tempos de Stenka Razine [...] Então como agora, toda a Rússia camponesa e trabalhadora se está levantando [...] à espera de uma liberdade nova e autêntica que já não virá de cima, mas de baixo. É destas ideias que vai surgir o típico terrorismo russo dos finais do século XIX, essa luta entre os intelectuais e o absolutismo em presença do povo silencioso, segundo as palavras de Camus, onde se destaca o grupo Terra e Liberdade (Zemlia i Volia), criado em 1876, que, três anos depois, se cinde entre a facção Partilha Negra (Tchorny Peredial), onde participa Plekhanov, que apostava na defesa da redistribuição da terra, e o grupo Vontade do Povo (Narodnaia Volia), apenas voltado para o terrorismo individual do quanto pior melhor, visando, sobretudo, provocar a autoridade para esta desencadear medidas ainda mais repressivas. Como refere Camus, estava prestes a surgir a distinção entre duas raças de homens: uma assassina uma só vez e paga o feito com a própria vida. A outra justifica milhares de crimes e condescende em ser paga por meio de honrarias. Por seu lado, Nietzsche, já considerava que podemos servir-nos no nihilismo como um martelo formidável, para quebrar, suprimir as raças que degeneram e morrem, abrir a via a uma nova ordem de vida, inspirar ao que degenera e perece o desejo do fim. Entre os principais terroristas, que, por não acaso, são quase todos romancistas frustrados, destaca-se Piotr Zaitchnevski (1842-1896), o adolescente autor do Manifesto Jovem Rússia de 1862, defensor de uma forma russa de jacobinismo. Já Serguei Netchaev (1847-1882), fundador da Sociedade do Machado, morto na prisão, foi redactor, em colaboração com Bakunine, de um Catecismo Revolucionário, escrito em 1869, na Suíça, onde se declara que o revolucionário é um homem antecipadamente condenado. Não pode permitir-se relações apaixonadas, nem possuir coisas ou seres amados. Devia mesmo despojar-se do seu nome. Tudo nele se deve concentrar numa única paixão  a revolução. Finalmente, Piotr Tkaktchev (1844-1885) assume-se como defensor de uma espécie de homem novo, preconizando a conquista do poder por uma minoria revolucionária, com utilização do aparelho governamental para o lançamento de uma revolução a partir de cima. Com efeito, Tkaktchev, a partir do jornal O Rebate (Nabat), rejeitava as teses espontaneístas defendidas pelo populismo, considerando que o povo deixado a si próprio não seria capaz de realizar a revolução social... esse papel e essa missão pertencem exclusivamente à minoria revolucionária. Assim, partindo do princípio que a força material se centra no poder estatal, dizia que a autêntica revolução só pode realizar-se com uma condição: a conquista do poder estatal pelos revolucionários. Por outras palavras, o objectivo próximo e imediato da revolução tem de consistir precisamente em conquistar esse poder e em transformar o Estado conservador num Estado revolucionário. Para ele, a luta só pode realizar-se com êxito nas seguintes condições: centralização, severa disciplina, rapidez, decisão e unidade na acção. A concessão, a incerteza, o compromisso, a fragmentação da ordem, a descentralização das forças na luta não fazem mais do que debilitar as suas energias, paralizar a sua obra, eliminar toda a possibilidade de vitória. A actividade revolucionária construtiva, pelo contrário, ainda que tenha de levar a cabo a actividade destrutiva, tem que basear-se, pelo seu carácter fundamental, em princípios absolutamente opostos. Se a primeira se baseia, antes de mais, na força material, a segunda apoia-se numa força moral. A primeira tem sobretudo em conta a rapidez e a unidade, a segunda, a solidez e a vitalidade das transformações conseguidas. A primeira deve realizar-se com a violência, a segunda com a convicção. A última ratio da primeira é a vitória, a última ratio da segunda é a vontade, a razão do povo.
 
 
Nimmo, Dan D.
·The Political Persuaders. The Technics of Modern Elections Campaign
Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1970.
·Popular Image of Politics. A Taxonomy
Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1974.
· Subliminal Politics
Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1980. Com J. Combs.
· Handbook of Political Communication
Londres, Eagen, 1981. Com K. R. Sanders.
· Mediated Political Realities
1ª ed., 1983], 2ª ed., Harlow, Longman, 1990. Cm J. Combs.
· New Directions in Political Communication
Newbury Park, Sage Publications, 1990. Com D. Swanson.
 
Ninho meu paterno
 
 
57,367
 
Nisbet, Robert A. (n.1913 ) o estado surgiu com o imperium de César Augusto,78,519 Robert Nisbet dá ao Estado origens mais remotas. Teria surgido com o aparecimento do imperium de César Augusto, face à dissolução da família romana, quando aparece, então, como uma comunidade nova marcada pela pretensão universalista e estabelecendo uma relação directa entre o centro imperial o o individuo.
1953
The Quest for Community
 
Oxford, Oxford University Press
1966
The Sociological Tradition
 
Nova York, Basic Books
Trad. fr. La Tradition Sociologique, Paris, Presses Universitaires de France, 1984.
1969
Social Change and History
 
Oxford, Oxford University Press
1973
State and Family
 
1973
 
·Twilights of Authority
 
Oxford, Oxford University Press, 1975.
1978
História da Análise Sociológica
 
Trad. port., Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1980.
Com Tom Bottomore.
1980
The History of the Idea of Progress
 
Nova York, Basic Books, 1980.
1986
Conservatism. Dream and Reality
 
Minneapolis, University of Minnesota Press
Trad. port. O Conservadorismo, Lisboa, Editorial Estampa, 1987].
 
 
:Kirk, Russell, The Conservative Reader, pp. 644 segs..
 
 
Nitti, Francesco (1868-1953) Italiano de origens judaicas, marcado pelo radicalismo liberal. Chefe do governo em 1919-1920. Obrigado ao exílio a partir de 1924.
1921
L'Europa senza Pace
 
 
1922
La Decadenza de l'Europa
 
 
1947
Meditazioni dell'Esilio
 
 
1953
Meditazioni e Ricordi
 
 
 
 
 
Nixon, Richard Milhous (1913-1994)  37º presidente dos Estados Unidos, depois de ter sido vice-presidente de Eisenhower. Derrotado numa primeira candidatura por John Kennedy em Novembro de 1960. Eleito em 1968. Renuncia depois do escândalo Watergate. Quaker. Ver The Memoirs of Richard Nixon, Nova Iorque, Grosset & Dunlop, 1978.