![]() Jurista e professor de direito em Coimbra. O principal filósofo político português do século XX. Ideologicamente formado no tradicionalismo, militou nas fileiras do Integralismo Lusitano. Profundamente influenciado pelas correntes neo-kantianas da Escola de Baden e pela fenomenologia, introduziu em Portugal as principais correntes do idealismo alemão dos anos trinta, sem nunca renegar o tradicionalismo português e os modelos escolásticos. Apoiante do salazarismo, foi sempre um heterodoxo, recusando o dogmatismo das modas ideológicas. Neste sentido, como homem de ideias, introduziu em Portugal autores como Gustav Radbruch e Hans Kelsen e teve um profundo diálogo com António Sérgio, seu adversário político. Destacou-se também como historiador das ideias político-culturais. |
LUÍS CABRAL DE MONCADA (1888-1974) |
Do Valor e Sentido da Democracia-Ensaio de Filosofia Política, Coimbra, 1930 |
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Universalismo e Individualismo na Concepção de Estado: S. Tomás de Aquino, Coimbra, 1943 |
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Teoria e Ideologia em Política, in revista Rumo, fasc. II, 1946 |
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Do
Conceito e Essência de Político, Coimbra,
1961. |
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Democracia,Coimbra, 1962. |
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Problemas de Filosofia Política. Estado - Democracia- Liberalismo - Comunismo, Coimbra, Arménio Amado, 1963. Compilação dos dois estudos anteriores, publicados no Boletim da Faculdade de Direito de Coimbra. |
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Filosofia
do Direito e do Estado. Vol. II Doutrina e Crítica, Coimbra, 1966. |
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Memórias. Ao Longo de uma Vida. Pessoas, Factos, Ideias. 1888-1974, Lisboa, Verbo, 1992 |
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MÁRIO BIGOTTE CHORÃO, Um Jusfilósofo Português da Contemporaneidade. No Centenário do Doutor Cabral de Moncada, separata da Revista O Direito, ano 121º, 1989 pp. 315-329 |
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ANTÓNIO JOSÉ DE BRITO, in Logos, 3, pp. 937-941 |
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