Respublica Repertório Português de Ciência Política Edição electrónica 2004 |
Crozier, Michel n. 1922
Assumindo a herança do sistemismo e da teoria dos jogos, apela à análise estratégica e ao raciocínio sistémico, dado que só a verificação estratégica impediria que o sistémico permanecesse especulativo, enquanto o ingrediente sistémico evitaria que o estratégico se tornasse determinista.
falar na organização como um conjunto de jogos articulados uns com os outros, referindo que é a estruturação do campo que oferece constrangimento e recursos a partir dos quais os membros de uma célula elaboram o jogo que constituirá o seu governo.
faz apelo à análise estratégica e ao raciocínio sistémico, dado que só a verificação estratégica impediria que o sistémico permanecesse especulativo, enquanto o ingrediente sistémico evitaria que o estratégico se tornasse determinista.
o poder político como uma relação de negociação e de troca, onde, como diz Michel Crozier, o poder de A sobre B corresponde à capacidade de A para obter que, na sua negociação com B, os termos de troca lhe sejam favoráveis
· Le Phénomène Bureaucratique
Paris, Éditions du Seuil, 1962.
· La Societé Bloquée
Paris, Éditions du Seuil, 1971.
· The Crisis of Democracy
Nova York, New York University Press, 1975. Com Samuel P. Huntington e Joji Watanuki.
· L’Acteur et le Système. Les Contraintes de l’Action Colective
Paris, Éditions du Seuil, 1977. Com Ehrard Friedberg.
· On ne Change pas la Societé par Décret
Paris, Éditions Bernard Grasset, 1979.
· État Modeste, État Moderne. Stratégies pour un Autre Changement
Paris, Librairie Arthème Fayard, 1987.
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