| Ou é da
minha vista, ou estás a pedir um baptista...
Oficial
do exército. Combate nas campanhas de África, ao lado de Mouzinho, e
assume-se como militante do partido democrático depois de 1910.
Actor
em momentos marcantes como em 1915, 1916 e 1917, quando pôs a espada ao
serviço do modelo afonsista de república, contra Pimenta de Castro, Machado
Santos e a restauração monárquica.
Passa
a corporizar a esperança dos democráticos no sentido de um programa de defesa
intransigente da ordem pública, contra a agitação sindical e a actividade
bombista, a partir de 1919, quando exerce as funções de ministro da
guerra.
Pelo
estilo pretoriano, consegue granjear para o situacionismo democrático o apoio
das chamadas forças vivas.
Chamado
a organizar governo em 1920, morre no exercício destas funções, em pleno
conselho de ministros, vítima de uma apoplexia, depois de receber uma carta
insultuosa.
Fica,
depois, célebre o aforismo: ou é da minha vista ou estás a pedir um
Baptista. |
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Companheiro de Mouzinho em Moçambique. |
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Membro do Partido Democrático. |
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1915 |
Participa na revolta de 1915 contra
Pimenta de Castro, ao lado de Álvaro de Castro, em Santarém. |
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1916 |
Combate a revolta de Machado Santos de
13 de Dezembro de 1916. |
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1919 |
Participa na Grande Guerra. Combate a
revolta monárquica de Monsanto em 23 e 24 de Janeiro de 1919. |
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Célebre pela repressão das greves, já
como coronel, sendo conhecido como o Baptistinha. |
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1919 |
Ministro da guerra no governo de
Domingos Pereira, de 30 de Março a 29 de Junho de 1919. |
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1920 |
Presidente do ministério e ministro do
interior em 8 de Março de 1920. |
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